jueves, 14 de diciembre de 2023

BRASIL: PERSECUCIÓN A SACERDOTE POR ABJURAR DEL NOVUS ORDO

El presbítero Fábio Fernandes, instalado el 8 de Septiembre de 2009 y desde 2017 párroco de Nuestra Señora de las Angustias en San Pablo (Brasil), fue expulsado de la misma por el arzobispón paulista Odilo Pedro Scherer, y que se le abriría investigación canónica por el delito canónico de cisma. La causa de esto fue que Fernandes abjuró del Novus Ordo y celebró la fiesta de Cristo Rey en la fecha correcta.
 
El 27 de Noviembre, Fernandes publicó la siguiente carta (Fuente: CATOLICISMO ROMANO Traducción propia):
CARTA A MIS HERMANOS SACERDOTES Y FIELES!

“Et portæ inferi non prævalebunt adversus eam.” (Mt 16, 18) (“Y las puertas del infierno no prevalecerán contra ella”)

¡Dirijo esta carta para conocimiento de mis carísimos hermanos sacerdotes y fieles! ¡Pax!

Hago saber a los dilectísimos sacerdotes y fieles que en la mañana de hoy, 27 de noviembre de 2023, recibí en la Curia Metropolitana de San Pablo la decisión de Mons. Odilo, con documento entregado en mis manos por medio de un sacerdote, de que fui expulsado de la Parroquia de Nuestra Señora de las Angustias (Barra Funda, San Pablo, SP), siendo apartado de la función de párroco, con plazo de cinco días para dejar la misma.
    
Las razones enlistadas que se dan para mi expulsión de la parroquia, en síntesis, son:
  • Por insistir en celebrar el Santo Sacrificio de la Misa (misa tridentina) durante el curso de mis casi quince años de sacerdocio, aun sabiendo de la reprobación del obispo;
  • Por haber celebrado el Santo Sacrificio de la Misa (misa tridentina) en la fiesta de Cristo Rey, el 29 de octubre de 2023, conforme al deseo y necesidades de los fieles, de acuerdo con el calendario católico gregoriano y tradicional;
  • Por no haber consentido en someterme a la prohibición del obispo, verbal (por llamada telefónica) y escrita (por mensajes de Whatsapp), de celebrar el Santo Sacrificio de la Misa, conforme al misal romano tridentino, en la fiesta de Cristo Rey, el 29/10/2023.
  • Por haberme manifestado a los fieles en el sermón de la Santa Misa de la fiesta de Cristo Rey (29/10/2023) profesando la fe católica u apostólica, defendiendo la misa de siempre y refutando los errores de la “iglesia conciliar” contra la verdadera fe y el Santo Sacrificio;
  • Por no someterme a “Traditiones Custodes” de Francisco que prohíbe a los sacerdotes de celebrar el Santo Sacrificio de la Misa, conforme al misal romano tridentino;
  • Por mi insistente falta de comunión con la “iglesia conciliar” en todos sus notorios engaños, preceptos nocivos y con graves daños para las almas de los fieles;
  • Por negarme a someterme a los errores del Concilio Vaticano II con sus claros atentados contra la fe católica, en ruptura total con la Tradición Apostólica, causa de la gravísima crisis sin precedentes que vivenciamos en la vida de la Iglesia visible, instalada en las estructuras físicas de la misma y que colabora decisivamente para el combate diabólico contra el reinado social de Nuestro Señor Jesucristo en el mundo.
  • Por no someterme a los desmandos de Bergoglio que siguen a los errores del aggiornamento que emanan del Concilio Vaticano II y que ahora están en boga en el espíritu de la “sinodalidad”, causando una gran confusión, escándalo y perjuicio a las almas de los fieles, concurriendo en consecuencia, a la apostasía masiva de sacerdotes y fieles por decenas, a la desagregación de la comunión en la única fe, a la destrucción de la constitución de la familia tradicional, a la perversión de la inocencia de los infantes y a impedir la formación católica de los jóvenes y de los niños;
  • Por hacer una retractación, publicada el 06 de noviembre de 2023, en conciencia, retractándome ante los fieles por haber celebrado por años la “misa nueva” de Pablo VI y por acaso haber inducido las almas al error por ignorancia propia; reafirmando entonces mi profesión de fe católica, renunciando a los errores del modernismo y del Concilio Vaticano II, y explicitando mi amor incondicional al Santo Sacrificio de la Misa, presente integralmente en la misa tridentina.
En el documento que consta la decisión de mi expulsión de la parroquia está, en anexo, otro documento expedido por Mons. Odilo que inicia un proceso canónico en el Tribunal Eclesiástico de San Pablo, con la finalidad de expulsarme de la “iglesia conciliar” como cismático, de excomulgarme de la “iglesia conciliar” y de quitarme el estado clerical de la misma “iglesia conciliar”.
    
Portanto, considerando tudo o que foi exposto acima, fica notificado aos queridos fiéis, que a partir da data de hoje estão suspensas as santas missas, a administração dos sacramentos, o expediente paroquial e as atividades de apostolado na Paróquia de Nossa Senhora das Angústias, na Barra Funda, São Paulo, SP.

Convido os caríssimos sacerdotes e fiéis a seguirmos em frente nos mantendo firmes na fé católica e apostólica, na comunhão com o Corpo Místico de Cristo que é a Santa Igreja Católica em sua natureza e essência, indefectível, única, verdadeira e fora da qual não há salvação e que, em serenidade e espírito de oração, nos santifiquemos e possamos, pela misericórdia e bondade de Deus, salvar as nossas almas, preservando nossas famílias na verdadeira fé, exercendo um efetivo e profícuo apostolado.

Um dia Nosso Senhor Jesus Cristo, que não dorme e zela por nós, conforme seus insondáveis desígnios e de acordo com sua santíssima vontade, irá intervir implacavelmente nessa perplexa crise da Igreja e toda essa tempestade se transformará em bonança, os alicerces da Igreja serão reparados, a fé católica será restaurada na Igreja visível e retornará à Roma, às dioceses, às paróquias e às famílias. Por isso, o que nos compete é permanecer na verdadeira fé católica sem nos deixar influenciar pelos erros do modernismo do Concílio Vaticano II, da luteranizada “missa nova” e da “sinodalidade” e, a graça de Deus que tem seus misteriosos caminhos, fará o restante através de nós e dos que virão, seus pobres instrumentos.

Tenhamos consciência de que tudo isso que estamos enfrentando dará bons frutos para as almas hoje e para as futuras gerações, porque apesar de nossas misérias e pecados, se sofremos sinceramente por amor a Deus Nosso Senhor que tudo sofreu por nós, contribuíndo para a preservação e transmissão da Tradição e da fé católica, promovendo a liberdade e exaltação da Santa Igreja e colaborando pela custódia da família tradicional, os beneficiados serão aqueles pelos quais Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz, cujos efeitos da graça, serão derramados em frutos espirituais sobre o nosso país, sobre nossas famílias, sobre as pessoas com as quais fazemos apostolado e sobre todos nós.

Digo aos queridos sacerdotes e fiéis que não tenham medo, não se deixem enganar e não desanimem, mantenham-se firmes e resolutos, dispostos a sofrer quaisquer danos, incompreensões e penalidades pela Santa Igreja e pela fé católica! Sem sacrifício não há redenção, se assim foi com o Senhor, que foi rejeitado, julgado e condenado “pelos seus” e que nos deixou o seu exemplo pela efusão de seu Preciosíssimo Sangue instituindo a nova e eterna aliança, assim também será com os membros de sua Igreja que sofrerão de alguma maneira pela verdade da fé, conforme a generosidade e sacrifício que Ele pedir de cada qual.

Não esqueçamos que Nosso Senhor Jesus Cristo nos prometeu que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja (cf. Mt 16,18)! O Senhor faz silêncio e dá tempo para que “abramos os olhos”, abandonemos a prostração tíbia, o comodismo e a conivência diante dos erros, e para que os inimigos da fé se arrependam e se convertam, porém, saibamos que esse tempo a qualquer hora acabará! Portanto, em tempo, no agora, nos preparemos interiormente, com os meios que a graça nos oferece, para nos mantermos em prontidão, fiéis a Nosso Senhor, sem traí-lo, sem se justificar com razões humanas, sem se deixar levar pelas induções ao erro injustificável imposto “por obediência”, sem se deixar levar pela força corrente, em espiral do silêncio, da omissa maioria escusa e não se deixar seduzir pelas propostas fáceis e imediatas que, na verdade, são claras tentações contra a fé! Assim, previno a se desapegarem de seus interesses pessoais, nada antepondo ao amor de Cristo, pois, o dia em que cada qual deverá tomar uma posição católica, intrépida e definitiva, irá chegar e não tardará!

Estejamos certos também de que um dia a Santa Igreja, regenerada e exaltada, irá sanar todos estes danos que estamos sofrendo e, Ela, como Mãe e Mestra da verdade, irá receber com abraço afetuoso e maternal todos os seus filhos que guardaram o depósito da fé em meio a sofrimentos, perseguições e punições! E não esqueçamos que no julgamento final, de acordo com os ensinamentos de Nosso Senhor e transmitidos pela Santa Igreja, os que guardaram a fé e sofreram por ela, na senda da Lei de Deus e da santidade de vida, serão recolhidos entre os eleitos para o céu. Já os que contribuíram para a destruição da fé, da Igreja e da família tradicional, se não se arrependerem e se converterem a tempo, serão recolhidos para o fogo eterno que não se apaga.

Humildemente agradeço a Deus Nosso Senhor e a Maria Santíssima nossa terna Mãe, a minha família que não mais se encontra neste mundo, ao meu pároco Pe. Antônio Munari dos Santos que faleceu há 20 anos, aos meus queridos parentes que trago carinhosamente em meu coração, aos meus amigos, aos piedosos e inesquecíveis sacerdotes que passaram pela minha vida e que me transmitiram a Tradição e a verdadeira fé católica sempre me prestando sua generosidade e sua caridade, minha gratidão sincera pela graça imerecida de poder sofrer, nem que seja este tão pouco, pela fé católica e pela Santa Igreja, o que é um privilégio, uma grande graça que me faz saber unido ao “sentir da Igreja” que nos enche de santa alegria e esperanca sobrenatural, o que me proponho a corresponder com fidelidade, pela misericórdia de Deus!

Manifesto minha gratidão a meus verdadeiros irmãos e verdadeiros amigos sacerdotes e, também, aos meus queridos fiéis que me oferecem suas orações, seus auxílios e suas sinceras amizades, que Deus Nosso Senhor lhes recompense enormemente!

Lhes asseguro firmemente, queridos fiéis, o que recebi de graça, de graça vos darei sempre, e, por isso, enquanto viver nunca lhes faltará minhas preces e minha solicitude sacerdotal! Peço suas orações!

Que Nossa Senhora Aparecida, nossa Rainha e Padroeira, nossa querida Mãe Santíssima, proteja o Brasil, Terra de Santa Cruz, nos abençoe e nos guarde!

“Se perseguiram a mim também perseguirão a vós” (Jo 15,20) “Vos expulsarão das sinagogas e muitos até vos matarão julgando prestar culto a Deus” (Jo 16,2)

“É permanecendo firmes que ireis alcançar a vida” (Lc 21,19)

¡Por el reinado social de Nuestro Señor Jesucristo!
¡Por el triunfo del Inmaculado Corazón de María!
¡Por la exaltación de la Santa Madre Iglesia!
¡Nuestra Señora de las Angustias, ruega por nosotros!
¡San Pedro de Alcántara, ruega por nosotros!
¡Salve María!
¡Viva Cristo Rey!

P. Fábio Fernandes
Cura

San Pablo, 27 de noviembre de 2023.
Fiesta de Nuestra Señora de la Medalla Milagrosa. Feria de la vigésima cuarta semana después de Pentecostés.
Apostolado Católico San Pedro de Alcántara.
   
Y como contraste, Dom Odilo nunca inició proceso canónico contra Júlio Lancellotti –que en un documental presentó a Santa Marina como una santa transgénero– o contra fray Evaldo Xavier Gomes O.Carm., comisario pontificio del Monasterio de San Benito desde Marzo de 2021 que permitió –sin autorización de los monjess– utilizar la Basílica Abacial para un desfile de modas y que una cantante quedase semidesnuda, cambiándose de ropa delante del altar. 

miércoles, 13 de diciembre de 2023

BERGOGLIO QUIERE SER SEPULTADO EN SANTA MARÍA LA MAYOR (Porque casi nadie iría al funeral)

Noticia tomada de GLORIA NEWS.
    
   
Francisco Bergoglio quiere ser enterrado en la Basílica de Santa María Mayor y no en San Pedro, le dijo a la periodista  mejicana Valentina Alazraki Crastich de Nmás (el canal de noticias de Televisa) el 12 de Diciembre.
    
Ya se ha reunido con su maestro de ceremonias para “simplificar” aún más los ya minimalistas ritos funerarios papales.
    
Como excusa, citó su devoción al icono de la Virgen María como Salus Pópuli Románi que está en la basílica. Pero hay otra razón obvia: Bergoglio sabe que ha desprestigiado tanto al papado que pocos asistirán a su funeral. La celebración en la Basílica de Santa María la Mayor, que es mucho más pequeña que la de San Pedro, ocultará de alguna manera la fea realidad.
    
Francisco confirma su viaje a Bélgica en 2024, pero dice que tendría que “posponer” nuevamente su viaje imaginario a Argentina y uno a Polinesia.
    
Ha recibido una invitación de su enemigo, el presidente argentino Javier Gerardo Milei, para visitar su patria. Milei había atacado brutalmente a Francisco durante su exitosa campaña electoral. Ahora, Bergoglio espera que lo que se dice en una campaña electoral «se caiga solo».
   
Repite el mito de una «relación muy cercana» con Benedicto XVI. Pero luego resulta que lo que más admira de Benedicto es la abdicación: «Benedicto era un grande, un hombre humilde que cuando se dio cuenta de sus límites, tuvo la valentía de decir basta. Yo lo admiro».
   
Francisco da a entender que carece de una “humildad” y “valentía” similares porque confirma que «nunca había pensado en renunciar».
  
COMENTARIO: Para “simplificar” los (ya minimalistas) ritos funerarios papales, la muestra cómo fue la muerte de Benedicto XVI: no tocaron las campanas a difunto, y su traslado del monasterio “Mater Ecclésiæ” a la basílica de San Pedro fue de esta manera:
    
   
Inicialmente (año 2016), Bergoglio decía que quería ser sepultado en la tumba que ocuparon sus antecesores Juan XXIII bis Roncalli y Juan Pablo II Wojtyła hasta sus respectivas “beatificaciones” en el 2000 y 2014. Al final, la tumba fue destinada a Benedicto.
  

LA SUBVERSIÓN DE BERGOGLIO EMPEZÓ EN BUENOS AIRES

Noticia tomada de GLORIA NEWS.
   
   
Henry Sire, autor de “El Papa dictador” (2018), dio una charla sobre Francisco Bergoglio para la Sociedad de la Misa Latina de Inglaterra y Gales en Londres el 24 de Noviembre, informó One Peter Five el 11 de Diciembre. A continuación, el texto:
EL PAPA FRANCISCO: ¿CUÁNTO MÁS BAJO PODEMOS HUNDIRNOS?
   

Cuando Joseph Shaw me propuso esta conferencia a principios de septiembre, le sugerí el título «El papa Francisco: ¿cuánto más bajo podemos hundirnos?», pero lo cierto es que desde entonces los acontecimientos nos han superado. Durante los últimos once años, todos hemos visto el pontificado del Papa Francisco en una trayectoria de descenso acelerado hacia una traición cada vez más abierta de la doctrina católica, pero debo decir que no preví la avalancha gadarena que hemos visto en los últimos tres meses. Si queremos evaluar los gravísimos acontecimientos que están sucediendo a nuestro alrededor, debemos intentar comprender al hombre que ahora tenemos sentado en el trono de Pedro. Entonces, antes de comentar sobre los acontecimientos recientes, me gustaría agregar algunos detalles a la imagen del Papa Francisco que presenté en mi libro El Papa Dictador, que se publicó por primera vez hace seis años.
    
Para daros algunos antecedentes sobre este libro, debo explicaros que llegué a trabajar a Roma en Abril de 2013, menos de un mes después de la elección del Papa Francisco, y viví allí durante los siguientes cuatro años. Trabajaba para la Orden de Malta, una organización que tiene estrechos vínculos con la Santa Sede, y rápidamente comencé a escuchar los informes que salían en privado del Vaticano. Mostraban a un Francisco muy diferente de la figura genial y liberal que presentaban los medios de comunicación de todo el mundo. Los conocedores decían que, tan pronto como las cámaras publicitarias se alejaron de él, Francisco se convirtió en una figura diferente: arrogante, desdeñoso de la gente, propenso al lenguaje sucio y y conocido por sus furiosos arrebatos de temperamento que eran conocidos incluso por los chóferes del Vaticano. Durante los dos años siguientes seguí escuchando información privilegiada, por ejemplo del difunto Cardenal Pell, sobre las políticas internas involucradas en los dos Sínodos sobre la Familia en 2014 y 2015. Tengamos en cuenta que en sus primeros años el Papa Francisco había apenas mostró su mano y que la gente asumió que él era el reformador liberal que supuestamente la Iglesia necesitaba. A principios de 2016 escribí un artículo para Angelico Press titulado “Papa Francisco: ¿Dónde está el reformador detrás del ídolo mediático?” Estaba empezando a pensar que alguien necesitaba escribir un libro que revelara el abismo entre la imagen pública del Papa Francisco y la realidad vista dentro del Vaticano; pero en ese momento no pensé que sería yo quien lo escribiría.

Además del abismo de información que he descrito, había otro derivado de la barrera del idioma. De hecho, había mucha información disponible durante años sobre Jorge Bergoglio y su carrera en Argentina, pero simplemente no había llegado al resto del mundo porque no había sido traducida al inglés. Como soy mitad español, este fue otro de los factores que me hicieron asumir la tarea que se necesitaba. Cuando decidí empezar a trabajar en el libro, lo primero que hice fue hacer un viaje a Argentina, que hice en Marzo de 2017, para hablar con personas que pudieran contarme sobre el historial de Bergoglio. Esta era la información que lamentablemente les faltaba a los cardenales cuando eligieron a Bergoglio en 2013. En particular, había un libro muy revelador que se había escrito poco después de la elección papal, pero que rápidamente fue estampado y convertido desde entonces en casi no disponible. El título era El Verdadero Francisco, de Omar Bello († 2014). El autor era un ejecutivo de relaciones públicas que conocía personalmente a Bergoglio desde hacía ocho años, habiendo trabajado para él en un canal de televisión administrado por la archidiócesis de Buenos Aires. Como profesional de las relaciones públicas, Bello no tardó en reconocer en Bergoglio un maestro en autopromoción. También describió a un hombre experto en el ejercicio encubierto del poder y la manipulación de la gente.

Por ejemplo, Bello cuenta en su libro dos historias que ya eran muy conocidas en Buenos Aires. Una fue la forma en que Bergoglio tomó antipatía hacia un miembro del personal arzobispal, el señor Félix Botazzi, y decidió despedirlo sin mostrar su mano. El ex empleado agraviado buscó entonces una entrevista con Bergoglio, quien fingió ignorancia: «No sabía nada al respecto, hijo mío. ¿Por qué te despidieron? ¿Quién lo hizo?». El señor Botazzi no recuperó su puesto, pero el arzobispo le regaló un coche nuevo y se marchó convencido de que Bergoglio era un santo, dominado por un círculo de subordinados maliciosos. La otra historia que repite Bello es la de un sacerdote porteño del personal diocesano que buscó ayuda psiquiátrica, exhausto por el alegre baile que él y sus colegas estaban liderando por su arzobispo. Después de escuchar sus penas, el psiquiatra le dijo: «No puedo tratarlo. Para resolver sus problemas necesitaría tratar a su arzobispo».

Estas y otras revelaciones se hicieron poco después de que Bergoglio fuera elegido Papa, pero de hecho ya habían aparecido informes reveladores en los medios de comunicación en español incluso antes de eso. Por ejemplo, en 2011 el periodista español Francisco de la Cigoña publicó un artículo que describía cómo Bergoglio estaba construyendo una red de poder en las jerarquías sudamericanas a través de seguidores que había plantado en varios departamentos del Vaticano. De la Cigoña resumió su informe:
«Así procede Bergoglio a generar una red de mentiras, intrigas, espionaje, desconfianza y, más efectivo que nada, miedo. Bergoglio es una persona que sobre todo sabe generar miedo. Por mucho que se esfuerce por impresionar a todos con la apariencia de un santo de yeso, austero y mortificado, es un hombre con mentalidad de poder».
Debemos señalar que esto fue escrito más de un año antes de que Bergoglio fuera elegido Papa, antes de que alguien tuviera motivos para sospechar que podría ser más peligroso.

Cuando comencé mi libro, me propuse el objetivo de transmitir este tipo de reportajes en español al mundo de habla inglesa, pero había otra evidencia cuya no aparición no se había debido a la barrera del idioma. Mientras vivía en Roma comencé a tener noticias de los periodistas sobre un documento llamado Informe Kolvenbach, que varios de ellos habían estado intentando localizar sin éxito. Era el informe que el padre Hans Kolvenbach, general de los jesuitas, había escrito allá por 1991, cuando se propuso nombrar al padre Bergoglio obispo auxiliar en Buenos Aires, y se rumoreaba que era claramente desfavorable. Una copia del informe se guardó en el archivo de la Curia General jesuita en Roma, pero desapareció rápidamente tan pronto como Bergoglio fue elegido Papa. En el curso de mi investigación descubrí que al menos una copia del informe existía en manos privadas, pero su propietario no se atrevía a compartirlo conmigo para su publicación. Lo más cerca que pude llegar a él fue a través de un sacerdote que lo había leído antes de que desapareciera del archivo jesuita, y me dio la esencia del mismo de la siguiente manera: El P. Kolvenbach acusó a Bergoglio de falta de equilibrio psicológico, de astucia, de desobediencia encubierta bajo una máscara de humildad y uso habitual de lenguaje vulgar. También señaló, con vistas a su idoneidad como obispo, que Bergoglio se había mostrado una figura divisiva cuando era Provincial de los jesuitas en Argentina. Después de once años del papado de Francisco, podemos decir con justicia que el P. Kolvenbach había acertado completamente.
   
Otra clave del modo de actuar de Bergoglio es el trasfondo político de Argentina, tan ajeno a la comprensión anglosajona. Una de las primeras cosas que escuché sobre Bergoglio cuando fui a Roma fue de un sacerdote argentino que dijo: «Lo que hay que entender de él es que es un político puro». En ese momento no entendí la importancia de esto, pero hay que añadir que la política de Francisco está modelada por la gran figura de la Argentina del siglo XX, Juan Domingo Perón, que fue dictador del país de 1946 a 1955, los años en el que Bergoglio crecía. Perón deslumbró a toda una generación de argentinos con su estilo oportunista y sin escrúpulos, y su legado ha seguido dominando la vida política del país desde entonces. Bergoglio fue más que un discípulo genérico del gran hombre. Cuando era maestro de novicios de los jesuitas argentinos a principios de los años setenta, ayudaba activamente a un partido llamado Guardia de Hierro que estaba trabajando, con éxito, para sacar a Perón del exilio para sus últimos meses en el cargo como presidente hasta su muerte en 1974. Según los estándares habituales, ésta era una forma inusual para que el maestro de novicios de una orden religiosa pasara su tiempo libre, pero ilustra el comentario que me hizo un argentino que había sido alumno del joven Bergoglio cuando enseñaba en un colegio jesuita en los años sesenta. Basándose en el conocimiento personal de toda una vida, me describió a Bergoglio como “un enfermo del poder”, un hombre para quien el poder es una manía o una enfermedad.
   
Así que, basándose en informes como estos, procedí a escribir mi libro, en el que incluí un capítulo sobre la carrera de Bergoglio antes de su elección. En él, mi propósito era proporcionar una especie de estudio de carácter que lamentablemente les había faltado a los cardenales cuando lo eligieron Papa en 2013. Sin embargo, desde la publicación he descubierto una gran cantidad de información nueva que muestra que, de hecho, las cosas estaban lejos, mucho peor de lo que imaginaba.
   
La primera revelación ha sido sobre las malas prácticas financieras involucradas en el gobierno de Bergoglio en la archidiócesis de Buenos Aires. Mencioné anteriormente el artículo de Francisco de la Cigoña sobre la red de poder que el cardenal Bergoglio construyó en el Vaticano, pero hay que añadir que esa red fue posible gracias al despliegue de grandes sumas de dinero. El trasfondo de esto fue la casi quiebra en la que había incurrido la Santa Sede en los años ochenta y noventa debido a las actividades criminales de sus administradores financieros, el arzobispo Paul Marcinkus y su sucesor, menos conocido pero igualmente corrupto, Donato de Bonis. En estas condiciones, la capacidad de transferir grandes sumas a las arcas del Vaticano daría a un eclesiástico una enorme influencia. El cardenal Bergoglio lo hizo a través de su control de la Universidad Católica Argentina, que contaba con una rica dotación de 200 millones de dólares. En concreto, entre 2005 y 2011 se transfirieron unos 40 millones de dólares de la Universidad Argentina al Vaticano, en una transacción que pretendía ser un depósito, pero que el Banco Vaticano procedió rápidamente a tratar como una donación. No fue hasta hace uno o dos años que se empezó a rectificar esta apropiación indebida.

Sin embargo, esto es sólo la punta del iceberg de la enorme corrupción financiera en la archidiócesis de Buenos Aires, que se ha mantenido en secreto, aunque el Vaticano lo sabía desde una fecha temprana. En 2009, once años después del inicio del gobierno del cardenal Bergoglio como arzobispo, el Papa Benedicto ordenó una visita secreta a la archidiócesis por parte de un monseñor que fue enviado allí aparentemente como miembro diplomático de la nunciatura papal, y descubrió graves irregularidades, incluido el lavado de dinero y vínculos con la mafia. Para ser justos, estas malas prácticas databan de antes del nombramiento de Bergoglio como arzobispo en 1998, pero seguían sin reformarse debido a la política habitual de Bergoglio de encubrimiento y protección de los culpables. Se dice que la información que el investigador papal obtuvo durante su visita le ha dado un control sobre el Papa y le ha permitido seguir una carrera vaticana bien protegida a pesar de la enemistad de figuras poderosas.

La archidiócesis que encabezaba el cardenal Bergoglio estaba, por tanto, sumida en irregularidades financieras. Para contarles un poco de historia de esto, me remontaré al primer nombramiento de Bergoglio como obispo auxiliar de Buenos Aires en 1991. Como mencioné, se ganó este cargo a petición del entonces Arzobispo de Buenos Aires, Cardenal Quarracino, pero el hombre Quien más influyó en su presión fue monseñor Roberto Marcial Toledo, miembro del personal arzobispal. No puedo decir por qué Monseñor Toledo fue un defensor tan grande de Bergoglio, pero emerge como la figura central en el próximo gran escándalo que surgirá en la arquidiócesis. Se trata de un gran fondo de pensiones de los militares argentinos, al que en 1997 se le pidió un préstamo de diez millones de dólares a la archidiócesis. En ese momento el cardenal Quarracino estaba enfermo y el obispo Bergoglio ya había sido nombrado sufragáneo con derecho de sucesión. En la reunión celebrada para ultimar el préstamo, el cardenal Quarracino estaba demasiado enfermo para asistir, pero estuvo representado por monseñor Toledo. Cuando llegó el momento de firmar el contrato, monseñor Toledo salió de la habitación, aparentemente para obtener la firma del cardenal Quarracino, y regresó al poco tiempo con una firma que, como se supo más tarde, en realidad había sido falsificada por él mismo. Poco después, el fondo de pensiones militar se encontró en dificultades e hizo esfuerzos para recuperar su préstamo a la archidiócesis de Buenos Aires, ante lo cual el cardenal Quarracino negó haber firmado el contrato.

El cardenal Quarracino murió poco después y Bergoglio lo sucedió como arzobispo de Buenos Aires. Lo que destaca es su trato tan delicado con Monseñor Toledo cuando se descubrió el fraude. Primero lo enviaron de regreso a su ciudad natal sin ninguna sanción. Finalmente, ocho años después, en 2005, fue juzgado por fraude, pero nunca se dictó sentencia. Cabe agregar que Monseñor Toledo era bien conocido por ser homosexual y tener un amante, un instructor de gimnasio, que había desempeñado un papel de intermediario en las relaciones financieras que he descrito. El detalle más macabro de este caso surgió en 2017, cuando monseñor Toledo, quien llevaba dieciocho años ejerciendo como párroco sin ningún tipo de sanción eclesiástica, fue acusado de asesinar a un viejo amigo suyo y falsificar su testamento. para obtener una herencia millonaria.

Monseñor Toledo es un ejemplo de un prelado que ya estaba en el cargo cuando Bergoglio llegó como obispo auxiliar, pero es igualmente revelador mirar a aquellos a quienes promovió una vez que se convirtió en arzobispo. El primero en notarlo es Juan Carlos Maccarone, a quien Bergoglio nombró obispo auxiliar en 1999. En 2005 [cuando era ordinario de Santiago del Estero, N. del T.], Maccarone fue despedido del episcopado por el Papa Benedicto después de que lo filmaran teniendo relaciones sexuales con un prostituto homosexual en la sacristía de su catedral. Sin embargo, el cardenal Bergoglio lo defendió públicamente, afirmando que la filmación fue un montaje para derribar al obispo debido a su compromiso político de izquierda. Otro protegido fue Joaquín Sucunza, a quien Bergoglio consagró obispo auxiliar en 2000, aunque para entonces ya había sido citado en un caso de divorcio como amante de una mujer casada. El obispo Sucunza continuó como auxiliar, e incluso fue designado por el Papa Francisco como administrador temporal de la archidiócesis en 2013 después de su propia elevación al papado.
   
Estos casos muestran un patrón de cinismo moral y amiguismo clerical que Bergoglio ha mostrado detrás de escena, mientras presentaba la imagen pública de un reformador. Los ejemplos más flagrantes se relacionan con su historial como protector de los abusadores sexuales clericales. Un caso es el del sacerdote bonaerense Horacio Rubén Pardo, quien fue denunciado por abusar sexualmente de un chico de quince años. La madre del niño tuvo grandes dificultades para lograr que la archidiócesis admitiera el caso; se quejó de que el cardenal Bergoglio estaba protegiendo al sacerdote culpable, que le había alojado en una residencia diocesana y que cuando intentó hablar con el cardenal en la residencia arzobispal, éste hizo que el personal de seguridad la expulsara. El sacerdote fue finalmente condenado por la justicia civil y poco después murió de sida, y un tribunal de Buenos Aires obligó a la Iglesia católica a pagar a la familia una indemnización por lo sufrido. La opinión de la madre sobre la afirmación de Bergoglio de tomar medidas enérgicas contra tales crímenes fue: «El compromiso de Bergoglio es sólo palabras».
  
Otro caso muy conocido fue el del padre Julio César Grassi Arzúa, que dirigía hogares de niños que utilizaba para explotar las ambiciones de los niños de salir de la pobreza a través del fútbol profesional. En 2009, el padre Grassi fue condenado por abusar sexualmente de un adolescente , pero mientras el caso estaba en marcha, la conferencia episcopal argentina, encabezada por el cardenal Bergoglio, hizo grandes gastos para encargar un documento de 2.600 páginas para afirmar su inocencia. El informe fue condenado por el tribunal argentino como un intento flagrante de interferir con la justicia y perjudicar la audiencia judicial. Mientras tanto, el propio padre Grassi testificó que durante las audiencias había contado con el apoyo personal del propio cardenal Bergoglio. Como sabemos, hay muchos obispos en el mundo cuyas carreras han terminado por acusaciones menos graves que ésta, pero Bergoglio ha logrado salir ileso de ellas. Además, como Papa ha demostrado en muchos casos que no tiene escrúpulos a la hora de proteger a los delincuentes sexuales clericales, independientemente de la supuesta política de tolerancia cero que afirma aplicar.
     
Creo que vale la pena ofrecer una explicación general o genérica de esta extraña laxitud, que en el fondo tiene sus raíces en la cultura sexual machista de América Latina. En ningún lugar esto es más evidente que en Argentina, donde tradicionalmente se ha dicho que un “puf” se define como un hombre que sólo se acuesta con su propia esposa. Esta cultura contamina al propio clero. Muy a menudo entre estos latinoamericanos, y de hecho entre los italianos y otros, hay una inclinación a tratar la visión menos tolerante de las malas prácticas sexuales como una manifestación del puritanismo anglosajón. Con esta actitud, la corrupción sexual que ha proliferado en la Iglesia y el Vaticano tiene pocas esperanzas de ser reformada y, de hecho, ha empeorado mucho bajo el actual Papa.
    
Los hechos que acabo de mencionar han sido publicados en varios artículos, o en algunos casos descubiertos por mí, en los últimos cinco o seis años, y mi comentario sobre ellos es el siguiente: cuando escribí El Papa Dictador el estado de mi información llevó quiero dar una imagen de Bergoglio como un hombre con ciertos defectos de carácter que los cardenales deberían haber conocido cuando lo eligieron en 2013; pero en realidad la realidad es mucho peor. Lo que encontramos que existía en 2013 fue una situación de horrible corrupción clerical en la Iglesia argentina, y vemos a Bergoglio sentado directamente en el centro de ella. Ahora bien, no lo estoy acusando de ser él mismo financiera o sexualmente corrupto como los clérigos que protegía. Vuelvo a la descripción que hace el periodista De la Cigoña de él como «trabajando cuidadosamente para impresionar a todos con la apariencia de un santo de yeso». Hay que admitir que Bergoglio siempre ha sido personalmente austero, incluso ostentosamente, pero lo ha combinado con una política de rodearse de personas moralmente débiles y corruptas, precisamente para poder controlarlas y construir su propio poder a través de ellas. y esta política la ha continuado durante todo su pontificado.
    
Necesitamos mirar la situación que existió en el Cónclave de 2013, después de la sorpresiva abdicación del Papa Benedicto XVI. Se reconoció en general que la Iglesia se enfrentaba a una crisis, y el cardenal Bergoglio fue elegido explícitamente para realizar reformas, particularmente en tres áreas: en primer lugar, el escándalo mundial de abuso sexual clerical que había socavado gravemente la autoridad moral de la Iglesia; en segundo lugar, el pantano de las finanzas del Vaticano; y en tercer lugar, la corrupción moral y política dentro de la Curia Romana, de la cual Benedicto XVI había recibido pruebas aplastantes en un informe presentado en Diciembre de 2012. En estas tres áreas, el pontificado del Papa Francisco, lejos de generar reformas, ha empeorado las cosas infinitamente. Caso tras caso, hemos visto a delincuentes sexuales clericales protegidos con un descaro que eclipsa cualquier cosa del pasado. En el área de las finanzas del Vaticano, al principio parecía como si el Papa Francisco estuviera propugnando una reforma genuina. Nombró al cardenal George Pell con amplios poderes para reformar las finanzas de los distintos departamentos del Vaticano, pero al cabo de dos años quedó claro que se trataba de una promesa vacía. La auditoría de los departamentos del Vaticano que Pell había iniciado fue cancelada, y fue cancelada por dos de los hombres que el propio Francisco había puesto en el poder: el cardenal Pietro Parolin, como secretario de Estado, y el cardenal Giovanni Angelo Becciu, su adjunto en ese momento. El cardenal Becciu, después de cuatro años de creciente poder, perdió el favor del Papa Francisco en 2020, fue efectivamente despojado de su cardenalato y actualmente está siendo juzgado por delitos financieros. En 2017, Parolin y Becciu ordenaron entre ellos detener la reforma financiera del cardenal Pell, en una serie de incidentes que ilustran el régimen de dictadura anárquica que ahora prevalece en el Vaticano. Uno de ellos fue el trato dado al laico Libero Milone, que había sido nombrado Auditor General del Vaticano dos años antes para llevar a cabo la reforma financiera. En 2017 fue despedido en circunstancias que sugerían un estado fascista, cuando la policía del Vaticano irrumpió en sus oficinas y confiscó sus computadoras, mientras que en ese momento le dieron un ultimátum para que renunciara o fuera arrestado. Como parte de la explicación de este trato, el cardenal Becciu se quejó de que el señor Milone había estado espiando a sus superiores, es decir, que estaba cumpliendo el trabajo para el que le habían encomendado.
    
El aspecto más notorio de esta represión fue la forma en que se deshizo del cardenal Pell. En 2017 tuvo que regresar a Australia para afrontar cargos históricos de abuso sexual, por los que fue condenado a prisión, hasta que su condena fue anulada en apelación tres años después. En ese momento ya era demasiado tarde para retomar su puesto en el Vaticano. Hay muchas razones para creer que la fiscalía australiana fue instigada y asistida por figuras del Vaticano como medio para detener su reforma, y ​​el Cardenal Becciu ha sido nombrado específicamente como el agente de esta política.
    
Cuando analizamos la reforma de la Curia en su conjunto, la experiencia de los últimos once años ha sido tan desastrosa como la historia financiera. Y la razón es que el interés del Papa Francisco no es reformar la Curia sino controlarla. Como mencioné antes, siempre ha ejercido su control nombrando para sus cargos a personajes moralmente débiles y comprometidos, que se convierten en sus herramientas incondicionales. Así, en la primera mitad de su pontificado vimos a los pocos individuos de verdadera integridad en la Curia destituidos uno por uno –Burke, Sarah, Müller, Pell– y una colección incomparable de villanos clericales tomó su lugar. Por ejemplo, la Administración del Patrimonio de la Santa Sede, que controlaba el dinero del Vaticano, permaneció bajo la presidencia del cardenal Domenico Calcagno, un delincuente clerical italiano de la vieja escuela, a pesar de que estaba siendo investigado por unos contratos inmobiliarios en su diócesis anterior que dañaron las finanzas de la diócesis. También era un conocido protector de los delincuentes sexuales clericales. Permaneció en su poderoso cargo y tuvo el privilegio de cenar todas las noches con el Papa Francisco hasta que se jubiló por motivos de edad en 2018.
    
Un nombramiento aún más escandaloso por diferentes motivos fue el del arzobispo sudamericano Édgar Franklin Peña Parra, que reemplazó al cardenal Becciu como adjunto a la Secretaría de Estado en 2018. Peña es un hombre que, siendo estudiante, fue despedido de su primer seminario como moralmente sospechoso, y se dice que hizo su carrera al amparo de un círculo de clérigos homosexuales que lo protegieron y promovieron. Se ha alegado que huyó de su Venezuela natal y se refugió en Roma después de un grave incidente que provocó la intervención de la policía venezolana. Estos antecedentes no han sido obstáculo para que Peña se convierta en el segundo hombre más poderoso de la Secretaría de Estado, cargo que aún ocupa. Es sólo un ejemplo del círculo de latinoamericanos desagradables que han sido promovidos a la cima de la Iglesia bajo el actual Papa. Y así continúa, con nombramientos escandalosos tras otros que hunden cada vez más la reforma moral de la Curia en el reino de la imposibilidad.
     
Sin embargo, los medios de comunicación del mundo, que atacaron tan salvajemente a Benedicto XVI en cada oportunidad, han guardado silencio ante escándalos que habrían destruido cualquier otro papado. La razón es simple: el Papa Francisco les da exactamente lo que quieren. Están buscando un Papa que debilite a la Iglesia y la doblegue a su propia agenda secularizadora, y eso es exactamente lo que el Papa Francisco les está dando. Esta es, por tanto, la clave de la pregunta: ¿qué es exactamente lo que Francisco hace en su pontificado? Desde el principio, la galería ante la que ha estado actuando han sido los medios de comunicación seculares, junto con el establecimiento intelectual y político despiertito, y por amor a ellos abraza todas las causas seculares de moda, en detrimento de la verdadera enseñanza católica. Sus palabras y acciones han sido calculadas exclusivamente para ganarse la aprobación del mundo, y lo ha logrado por completo. Tan completamente que puede darse el lujo de ignorar a cualquier otro electorado y salirse con la suya con un amiguismo y una corrupción clerical por los cuales los medios lo habrían atacado salvajemente si hubiera venido de un Papa conservador.
    
Un corolario de esto es su impulso contra la tradición. El Papa Francisco sabe perfectamente que el único obstáculo real a su revolución proviene de los tradicionalistas de la Iglesia Católica, el único elemento con agallas dispuesto a reconocer que el emperador está desnudo. De ahí la campaña que ha emprendido a lo largo de su pontificado contra los católicos denominados “rígidos” y “atrasados”, de quienes se burla en cada oportunidad. Repitió este tema hace apenas unas semanas, cuando dijo que es un escándalo que jóvenes sacerdotes acudan a los sastres eclesiásticos para encargar sotanas y vestimentas tradicionales. Todos sabemos cuáles son los verdaderos escándalos en la Iglesia moderna, pero los únicos que molestan al Papa Francisco son los de los sacerdotes que siguen la tradición. De ahí también su promoción del cardenal Arthur Roche a Prefecto del Culto Divino en lugar del cardenal Robert Sarah, y el Motu Proprio Traditiónis Custódes para deshacer la obra de Benedicto XVI (por cierto, se ha señalado que una posible traducción de Traditiónis Custódes es “los carceleros de la tradición», que es ciertamente el trabajo que al Cardenal Roche y al Papa Francisco les gustaría hacer). Al igual que el Papa Francisco, el Cardenal Roche también le gusta sermonear a los católicos tradicionales sobre lo anticuados que están. Se ha señalado que la Iglesia Católica es la única institución en la que hombres de setenta y ochenta años continuamente le dicen a personas de veinte y treinta años que deben seguir adelante. Al Papa Francisco le conviene pretender que el tradicionalismo católico es una cuestión de que a los sacerdotes les gusta usar sotana y usar incienso en la iglesia, pero sabe muy bien que es una cuestión de doctrina, del Depósito de la Fe, de la filosofía perenne de la Iglesia, de los tesoros de la espiritualidad; y por eso es un obstáculo inquebrantable para un Papa que intenta conducir a la Iglesia por los caminos del secularismo moderno.
    
Antes de terminar, debo comentar la situación en la que nos encontramos ahora. Como dije al principio, los acontecimientos de los últimos tres meses han tomado por sorpresa incluso a quienes no se hacían ilusiones sobre el régimen actual. La espiral descendente se ha acelerado hasta un punto que yo no podía prever. Lo que hemos visto en los últimos tres meses son los escándalos del papado del Papa Francisco en su forma más concentrada. Comenzaré con el escándalo del abuso y encubrimiento sexual clerical, cuyo ejemplo más flagrante ha aparecido mucho en las noticias. Éste fue el caso, del que estoy seguro todos habrán oído hablar, del jesuita padre Rupnik, acusado de abusos sexuales del tipo más horrendo infligidos a religiosas de las que se suponía era director espiritual. El abuso incluía elementos sacrílegos atroces en los que no entraré, y había estado ocurriendo durante décadas, pero los jesuitas no hicieron nada al respecto. A principios de este año decidieron tardíamente que era mejor prescindir del P. Rupnik y lo expulsaron de la Fraternidad, pero la protección del Vaticano continuó. El P. Rupnik había sido declarado culpable del grave delito canónico de absolver a una de sus parejas sexuales en el confesionario y había incurrido en la pena automática de excomunión, pero la excomunión fue levantada al cabo de un mes. No sólo eso, sino que precisamente en ese momento el P. Rupnik fue invitado a predicar un retiro dentro del propio Vaticano. Los intentos de llevar a este sacerdote a juicio eclesiástico se vieron obstaculizados por el hecho de que sus delitos prescribían; esto puede levantarse en los casos apropiados, pero el Papa Francisco no lo hizo. Negó públicamente su participación en el caso, pero Christopher Altieri ha escrito: «altos eclesiásticos cercanos a Francisco han sugerido firmemente que Francisco tuvo prácticamente todo que ver con la gestión del mismo». De hecho, el padre Rupnik es un ejemplo típico de los compinches clericales inmorales a quienes el Papa Francisco ha estado protegiendo consistentemente a lo largo de su pontificado y antes de él.
    
A mediados de este año el encubrimiento de Rupnik estaba alcanzando su punto máximo. Había figuras, como el cardenal jesuita Luis Francisco Ladaria Ferrer, Prefecto de la Doctrina de la Fe, que quería que el P. Rupnik fuera completamente castigado, y se dice que esa fue la razón por la que Ladaria fue notoriamente desinvitado al reciente Sínodo sobre la Sinodalidad. Las fuerzas del Vaticano incluso estaban tratando de anular la anterior excomunión del P. Rupnik por considerarla irregular. Finalmente se provocó una protesta pública, en primer lugar cuando un informe de la propia Comisión para la Protección de Menores del Vaticano criticó la laxitud mostrada, y en segundo lugar cuando se reveló que el P. Rupnik, a pesar de su expulsión de los jesuitas y de las acusaciones aún pendientes sobre él, había sido recientemente incardinado en la diócesis de Koper. A finales de Octubre, el Vaticano finalmente anunció que se habían puesto en conocimiento del Papa defectos en el manejo del caso del P. Rupnik y que éste había decidido renunciar al plazo de prescripción para permitirle ser juzgado. Sobre esto Christopher Altieri ha comentado: «Increíblemente oportuno y explicado de manera absurda, este anuncio sólo confirma una vez más que la responsabilidad, la rendición de cuentas y la transparencia son trivialidades claramente cínicas. El acto de poder puro muestra que el Estado de derecho en la Iglesia es una farsa».
    
¿Cuáles son los otros actos papales con los que hemos sido atacados en las últimas semanas? Hemos tenido la Exhortación Apostólica Laudáte Deum, sobre la llamada crisis climática, en la que como alguien ha comentado el Papa Francisco se ha vuelto totalmente Greta Thunberg. La exhortación declara: «Ya no es posible negar que la causa principal del cambio climático sea el hombre». Muchos otros artículos de la fe cristiana han sido sacudidos, pero alegrémonos de que el Papa Francisco todavía defienda un dogma de fe incuestionable. Luego están los escándalos morales que hemos visto, el hecho de que, por ejemplo, al cardenal Jean-Pierre Ricard de Francia se le haya permitido conservar su cardenalato a pesar de haber admitido haber abusado sexualmente de una niña de 14 años hace años, o que el Papa Francisco Una vez más, en el caso del obispo Rosario Gisana de Sicilia, ha defendido a un obispo acusado de proteger a abusadores sexuales y ha denigrado a sus acusadores.
    
Todo esto es impactante, pero lo que debemos observar es un evento de consecuencias más graves para la Iglesia. Este es el curso abiertamente cismático del Camino Sinodal Alemán, que ha procedido sin ningún intento por parte del Papa Francisco de frenarlo o reprenderlo. El 3 de Noviembre, el obispo de Espira anunció que autorizaba la bendición de parejas homosexuales y preparaba una lista de sacerdotes de su diócesis dispuestos a realizarla. De nuevo, completo silencio desde Roma. Sólo unos días después llegó el anuncio de que el obispo Joseph Strickland de Tyler había sido despedido por no seguir la línea modernista. Aquí vemos demostrado con perfecta simetría el patrón del pontificado del Papa Francisco: el hereje es protegido y el fiel obispo católico es despedido. El cardenal Gerhard Ludwig Müller ha calificado públicamente la destitución del obispo Strickland como un abuso del derecho divino del papado. Un periodista italiano se ha visto incitado a describir este papado como “El pontificado de las purgas” y a contrastar la práctica de Francisco con su profeso lema de Misericordia. Peter Kwasńiewski ha comentado:
«Hace años, Henry Sire llamó al Papa Francisco “el Papa dictador”. Una y otra vez esta evaluación ha sido reivindicada, y nunca más que cuando el Papa depone a un obispo sin el debido proceso, en contra del derecho canónico y por ningún delito grave imaginable. Ha combinado la mentalidad “La Tradición soy yo” de Pío IX con el lema de Juan Perón: “Al amigo, todo. Para el enemigo, ni siquiera la justicia”».
Por muy grave que sea todo esto, debemos prestar más atención al Sínodo sobre la Sinodalidad, recientemente cerrado, porque es el medio por el cual el Papa Francisco está intentando institucionalizar su revolución. El primer comentario a hacer es que todos estos sínodos, incluidos los dos anteriores sobre la Familia, han sido gestionados de manera que permitan a una camarilla de modernistas avanzar en su programa bajo el pretexto de un proceso consultivo. Para citar a un observador italiano,
«El desarrollo de los distintos Sínodos de este pontificado, comenzando por el de la familia, y terminando de manera rotunda con el último, demuestra que las reglas de las discusiones y deliberaciones, preparadas previamente con la selección de los propios participantes, han sido cambiado repetidamente para silenciar el evidente rechazo por parte de la mayoría eclesial de la línea única de pensamiento que se le intentaba imponer, y para impedir la aparición en el Sínodo de una línea que no concordaba con la predeterminada desde la parte superior».
Sin embargo, cuando surgió el informe final del Sínodo todos recibimos una sorpresa; resultó ser inesperadamente no concluyente. Muchos de nosotros nos quedamos desconcertados por esto por un momento, pero la explicación la obtuvo una revelación de noticias que apareció poco después. Se trataba de la divulgación de un plan para cambiar las reglas de los cónclaves papales con el fin de introducir la participación de los laicos, incluidas las mujeres. Lo que esto nos mostró fue que el objetivo del Sínodo anterior no había sido el documento que surgiera de él, sino el proceso mismo. Fue diseñado para ablandar a la Iglesia para una revolución en la elección papal. Así, tuvimos obispos que hicieron declaraciones como: «De ahora en adelante será imposible celebrar un Sínodo sin la participación de los laicos». Si fuera así, la gente también exigiría una elección papal en condiciones similares.
    
Esta noticia reveló que durante meses se habían mantenido conversaciones entre el Papa y el cardenal Gianfranco Ghirlanda para cambiar las reglas del Cónclave. El cardenal Ghirlanda, por cierto, además de ser jesuita, es el defensor de una visión teológica extrema del poder papal que lo convierte en el agente ideal para afianzar el régimen de dictadura papal. Tan pronto como la historia salió a la luz, hubo una rápida negación por parte del Vaticano, acompañada de furiosos esfuerzos dentro de los distintos dicasterios para descubrir quién había sido el responsable de la filtración. La lección que esto mostró fue que el Vaticano descubrió que había perdido el control de la narrativa, como se dice hoy en día, y se había sentido avergonzado por una revelación que se adelantó a sus planes. Creo que hay pocas dudas de que la así llamada reforma seguirá adelante, pero presumo que la revelación prematura ha alterado el calendario del Papa Francisco.
    
Sin embargo, no todas las noticias papales las hace la propia Roma. Un acontecimiento muy significativo ha llegado desde Argentina, con las elecciones presidenciales del domingo pasado [19 de Noviembre] y la llegada al poder de Javier Milei. En primer lugar, esto era directamente contrario a la política de la Iglesia, que, aparentemente por orden de Roma, había estado haciendo campaña abiertamente contra Milei e instando a los votantes a votar en su contra. Más concretamente, Milei es un enemigo declarado del Papa Francisco y lo ha insultado públicamente, mientras que su vicepresidenta, Victoria Villarruel, es una católica tradicionalista. La Croix ha comentado sobre el resultado: «Francamente, si un grupo de adictos a los asuntos eclesiásticos se sentara en un bar y tratara de esbozar una entrada en una servilleta que equivaliera a un rechazo total de la agenda de un Papa en ejercicio, es dudoso que se les hubiera ocurrido algo más vívido de lo que realmente sucedió». Un comentario más estricto proviene de un experto político argentino, el profesor Rubén Peretó Rivas, quien afirmó en una entrevista reciente que la victoria de Milei
«representa un desaire a Bergoglio y confirma lo que todo el mundo sabe: a los argentinos no les gusta el Papa Francisco y no lo quieren. Desde hace años, cuando aparecen noticias sobre Bergoglio en periódicos y portales, los administradores se ven obligados a cerrar los comentarios de los lectores, en su mayoría despectivos y duros. Mucha gente puede haber pensado que el rechazo a Bergoglio estaba generalizado sólo entre quienes leen y se mantienen informados. Ahora se ha demostrado que está presente en todos los estratos sociales, incluso entre los pobres. Por eso mismo, Bergoglio nunca vendrá a la Argentina, porque su viaje sería un fracaso. Es cierto que la mayoría del bajo clero, especialmente los sacerdotes más jóvenes, están hartos de Bergoglio y no quieren tener nada que ver con él: un rechazo que abarca todo lo que el Papa hace y defiende».
Ésa es la opinión de Argentina, a la que se podría aconsejar al resto del mundo que prestara atención, como lo habrían hecho los cardenales electores en 2013.
   
Por lo tanto, parece que también en este ámbito los planes del Papa Francisco han fracasado, y no debemos subestimar las consecuencias para un Papa que es un político tan desnudo como Francisco. Entonces, en resumen, ¿qué podemos esperar para el futuro inmediato? Dudo en hacer predicciones, pero lo que nos han demostrado los acontecimientos de las últimas semanas es que el Papa Francisco es un anciano con prisas. Está desesperado por institucionalizar su revolución antes de morir, y no se detendrá ante nada para lograrlo. Entonces, la respuesta a la pregunta «¿cuánto más bajo podemos hundirnos?» es que probablemente no haya límite y podemos esperar que nos escandalicen ante enormidades cada vez peores. Sin embargo, el Papa Francisco debe tener en cuenta que él no tiene el control de todo. Además de las elecciones presidenciales en Argentina, más cerca de casa hay una ley muy tradicional que él no tiene poder para derogar: la ley de la mortalidad humana. La realidad final es que el Papa Francisco no estará aquí para siempre, sino que Cristo nos ha dicho: «He aquí, yo estoy con vosotros todos los días, hasta la consumación del mundo».
   
Henry Sire, historiador y escritor de El Papa Dictador, es autor de seis libros sobre historia y biografía católica, incluido uno sobre el famoso jesuita, escritor y filósofo inglés, el padre Martin D’Arcy. El Papa dictador es fruto de la residencia de cuatro años de Henry Sire en Roma, de 2013 a 2017. Durante ese tiempo conoció personalmente a muchas figuras del Vaticano, incluidos cardenales y funcionarios de la Curia, así como a periodistas especializados en asuntos vaticanos.

FAUCI CONTRA EL TERCER MANDAMIENTO DE DIOS

Traducción del artículo publicado en CHURCH MILITANT.
   
El zar de la covid cita una “ética personal” que no refleja el catolicismo.
  
Por Martina Moyski  •  ChurchMilitant.com  •  12 de Diciembre de 2023.
  

WASHINGTON (ChurchMilitant.com) - El exasesor médico principal del presidente Joe Biden ha encendido polémica por los comentarios que hizo sobre su relación con la Fe Católica.
  
En una reciente entrevista con una periodista de la BBC en la Universidad de Georgetown, el Dr. Anthony Stephen Fauci Abys dijo que si  bien se identifica como católico, su relación con el catolicismo es “complicada”. El zar de la covid de 82 años le dijo a la periodista Katty Kay, mientras caminaban por la iglesia donde él y su esposa Christine Grady Hannon se casaron en 1985, que ya no asiste a Misa.
   
Katherine “Katty
” Kay

Él explicó que «hay varias razones complicadas. Primero que todo, pienso que mi propia ética personal es, pienso, suficiente para mantenerme en el camino correcto». «Y pienso que hay suficientes aspectos negativos sobre la Iglesia organizacional», continuó, añadiendo que Kay era «muy consciente» de los escándalos, cerrando así la posibilidad de mencionarlos.

Respecto de la Fe, dijo: «No estoy contra ella. Me identifico como católico. Me criaron, fui bautizado, fui confirmado y me casé en la Iglesia. Mis hijos fueron bautizados en la Iglesia… Pero en cuanto a practicarla, parece casi algo predefinido que realmente no necesito hacer».
  
NO REFLEJA EL CATOLICISMO
Hay seis preceptos de la Iglesia, que son el mínimo absoluto de acciones requeridas para quienes se profesan católicos. El primero de estos es «asistir a Misa los domingos y días de precepto, absteniéndose de trabajo servil». La obligación de la Misa Dominical es la forma en que los católicos cumplen el tercer Mandamiento de la Ley de Dios: «Acuérdate de santificar el día del Señor».
    
Menospreciar intencionalmente los preceptos o los Diez Mandamientos es considerado «materia grave», uno de los tres criterios que comprenden el pecado mortal. Los otros dos criterios son el consentimiento deliberado de la voluntad y el conocimiento que la acción es pecado mortal. Los católicos entienden que el pecado mortal envía las almas de los creyentes al Infierno por toda la eternidad a menos que se arrepientan antes de morir por medio del sacramento de la confesión.
    
Kay publicó un aparte de la entrevista a Instagram el sábado, generando una ola de comentarios mordaces:
  • «Imaginaría que sería difícil para alguien que piensa que es Dios adorar a Dios».
  • «¿¿¿Fauci puede ser más narcisista??? Una cachetada en la cara a todos los católicos».
  • «Pienso que Vd. está retrasado para la confesión, Fauci».
  • «Menudo narcisista. Si solo su ética personal le hubiese impedido mentir ante el Congreso».
El último comentario se refiere a que alegadamente Fauci había mentido al Congreso sobre su conocimiento de investigaciones pagadas por los contribuyentes estadounidenses sobre el coronavirus en Wuhán (China). Fauci, que era el director del Instituto Nacional de Alergias y Enfermedades Infecciosas (NIAID en inglés), que es parte del Instituto Nacional de Salud (NIH en inglés), le dijo al Congreso en Mayo de 2021 que el NIH «nunca había financiado ni financia actualmemte ninguna investigación de ganancia de función [alteración genética de un organismo para potenciar las funciones biológicas de los productos genéticos de este, como la patogénesis, la transmisibilidad o el tropismo de huéspedes, N. del T.] en el Instituto de Virología de Wuhán».
      
PUJA DEL SENADOR POR LA VERDAD
En Agosto de 2023, el senador Rand Paul (Republicano, Kentucky), solicitó al Fiscal de los Estados Unidos Matthew Graves considerar acusar a Fauci por dar declaraciones falsas en su testimonio de Mayo de 2021 sobre becas gubernamentales para la investigación de ganancia de función en los laboratorios de Wuhán.
   
Senador Randall Howard “Rand” Paul
  
El senador conocía de los correos electrónicos publicados por el Subcomité especial de la Cámara sobre la pandemia del coronavirus que mostraron que Fauci sabía que la “riesgosa” investigación estaba ocurriendo en Wuhán antes que se declarara la pandemia en los Estados Unidos.

Paul, que ya tenía una historia de conflicto con Fauci, publicó recientemente Deception: The Great Covid Cover-Up (Engaño: El gran encubrimiento de la covid). El libro revela las contradicciones y omisiones que Fauci ha hecho durante los últimos años. En una entrevista en Octubre justo antes de publicar el libro, Paul dijo: «Pienso que el libro recorrerá un largo camino para convencer al resto de Estados Unidos que este hombre fue un traidor a su país».
    
El senador añadió que Fauci merece estar en prisión. Otro comentarista aumentó la apuesta, diciendo sobre las declaraciones de Fauci a la reportera británica: «Su brújula moral debería enviarlo directamente al Infierno sin escala por el Purgatorio».

martes, 12 de diciembre de 2023

JACKSON PIDE PERDÓN A LA FRATERNIDAD SAN PEDRO

Noticia tomada de GLORIA NEWS.
   
   
En un acuerdo entre la acusación y la defensa (acuerdo de culpabilidad) que le perdonó 15 años de prisión, el presbítero James Ward Jackson Mathewson, de 68 años, admitió tener una “adicción” a la pornografía infantil. Él había sido rector del seminario Nuestra Señora de Guadalupe de la Fraternidad Sacerdotal San Pedro (FSSP) en los Estados Unidos entre 2003 y 2006.

Jackson dijo al juez William Smith, del Tribunal federal del Distrito de Rhode Island, el 11 de Diciembre que aceptaba la responsabilidad por sus delitos y afirmó que había sido abusado sexualmente por la madre de un niño de su tropa de exploradores cuando tenía diez años. Dijo que había sido «removido involuntariamente del sacerdocio pero que no ha perdido la fe».

Admitió también que su conducta había sido «hipócrita» y «completamente inaceptable para un católico devoto, y más para un clérigo».

Al expediente se sumó una carta de Jackson a la FSSP fechada a 6 de Agosto disculpándose por sus crímenes.
  

TRADUCCIÓN:
6 de Agosto de 2023
   
Al P. [William] Lawrence y todos los miembros de la FSSP.
   
El vil pecado en que he caído, y por el cual soy culpable, ha causado un daño inmensurable. He pecado contra Dios, los niños, vosotros, amigos y familia, exalumnos y exfeligreses, y muchos otros allegados.

No puedo reparar este daño, pero debo intentarlo. Espero que aceptéis esta disculpa. Lo siento en un nivel que nunca antes había experimentado. Estoy avergonzado más allá de cualquier vergüenza que haya conocido.

Estaré ofreciendo reparaciones, penitencias, y las buenas obras que pueda hacer por vosotros, mucho después que fui despedido de la fraternidad, y orando por vosotros, en una vida reformada, hasta el día de mi muerte.
  
Con un corazón roto,
   
James Jackson
Jackson será sentenciado a cinco años de prisión el 13 de Diciembre. Con todo, aun falta la audiencia por el delito de posesión de pornografía infantil en el estado de Kansas.

TUCHO PERMITE DISPERSAR LAS CENIZAS DE LOS CREMADOS


Víctor Manuel “Tucho” Fernández Martinelli, que dirige el Dicasterio para la Doctrina Bergogliana de la Fe, respondió las dúbia planteadas por el cardenal Matteo Maria Zuppi Fumagalli de Bolonia con respecto al almacenamiento de los restos de una cremación.

La cremación, que está excluida para los católicos por el canon 1203 § 1 pío-benedictino, ha sido “permitida” entre los modernistas sobre la base del truco del “caso excepcional” (que se convierte la norma general en el 99 % de los casos) con la instrucción “Piam et constántem” del 5 de Julio de 1963 (dicho sea de paso, el PRIMER documento emitido por Pablo VI Montini después de asumir el “pontificado”, y a instancias de las logias masónicas a cambio de no revelar su homosexualidad –aunque terminó revelándose de todos modos–).
   
“Tucho” lo ignoró en su respuesta, que fue aprobada por Bergoglio en su audiencia del 9 de Diciembre (Traducción no oficial):
DICASTERIUM PRO DOCTRINA FIDEI
   
Rescripto de audiencia con el Santo Padre
(9 de Diciembre de 2023)
    
Respuesta a S. E. Card. Matteo Maria Zuppi, arzobispo de Bolonia, sobre dos preguntas relativas a la conservación de las cenizas de los difuntos sometidos a la cremación.
   
Con carta del 30 de Octubre de 2023 (Prot. n.º 2537), el Card. Matteo Maria Zuppi, arzobispo de Bolonia, dirigió al Dicasterio per la Doctrina de la Fe dos preguntas relativas a la conservación de las cenizas de los difuntos sometidos a la cremación.
     
En particular, refería haber constituido en la diócesis [sic] de Bolonia una Comisión, a fin de dar una respuesta cristiana a varios problemas que derivan del multiplicación de la elección de incinerar al difunto y de dispersar las cenizas en la naturaleza. El objetivo también es no dejar prevalecer las razones económicas, sugeridas por el menor coste de la dispersión, y dar indicaciones sobre el destino de las cenizas, una vez vencidos los plazos para su conservación.
    
Queriendo corresponder no sólo a la petición de los familiares, sino sobre todo al anuncio cristiano de la resurrección de los cuerpos y del respeto que se les debe, el escribiente dirigió las siguientes preguntas:
  1. Teniendo en cuenta la prohibición canónica de dispersar las cenizas de un difunto –de modo similar a lo que sucede en los osarios–, ¿es posible establecer un lugar sagrado, definido y permanente, para la acumulación mixta y la conservación de las cenizas de los difuntos bautizados, indicando para cada una los datos personales?
  2. ¿Se puede permitir que una familia conserve parte de las cenizas de un familiar en un lugar significativo para la historia del difunto?
Después de haber debidamente examinado los contenidos de tales preguntas, se ha decidido responder de la siguiente manera:
  1. El n.º 5 de la Instrucción Ad resurgéndum cum Christo acerca de la sepultura de los difuntos y la conservación de las cenizas en caso de cremación, publicada por la Congregación para la Doctrina de la Fe con fecha 15 de Agosto de 2016, en cuanto concierne a la conservación de las urnas en urnas específicas afirma que las cenizas deben conservarse en un lugar sagrado (cementerio), y también en un espacio específicamente dedicado a este fin, siempre que haya sido designado para ello por la autoridad eclesiástica.
       
    También se dan las razones pastorales citadas para esta normativa: «La conservación de las cenizas en un lugar sagrado puede ayudar a reducir el riesgo de sustraer a los difuntos de la oración y el recuerdo de los familiares y de la comunidad cristiana. Así, además, se evita la posibilidad de olvido, falta de respeto y malos tratos, que pueden sobrevenir sobre todo una vez pasada la primera generación, así como prácticas inconvenientes o supersticiosas» (n.º 5). Esta normativa presente en la inframencionada Instrucción conserva toda su validez.
  2. Nuestra fe nos dice que resucitaremos con la misma identidad corporal que es material, como toda criatura sobre esta terra, aun si aquella materia será transfigurada y liberada de los límites de este mundo. En este sentido, la resurrección será «en esta carne en la cual ahora vivimos» (Fórmula Fides Dámasi nuncupáta). Así viene evitado un dañoso dualismo entre lo material y lo inmaterial.
        
    Pero esta transformación no implica la recuperación de las partículas idénticas de materia que formaban el cuerpo del ser humano. Por tanto, el cuerpo resucitado no estará formado necesariamente por los mismos elementos que tenía antes de morir. Al no tratarse de una simple revivificación del cadáver, la resurrección puede tener lugar incluso si el cuerpo ha sido totalmente destruido o dispersado. Esto nos ayuda a comprender por qué en muchos cinerarios las cenizas del difunto se conservan todas juntas, sin guardarlas en lugares separados.
  3. Las cenizas de los difuntos proceden de restos materiales que formaron parte del itinerario histórico de la persona, hasta el punto de que la Iglesia tiene un especial cuidado y devoción por las reliquias de los santos. Este cuidado y recuerdo nos lleva también a una actitud de sagrado respeto hacia las cenizas de los difuntos, que conservamos en un lugar sagrado adecuado para la oración y a veces cercano a las iglesias donde se reúnen sus familias y vecinos.
  4. Por esto:
    A) Por las motivaciones anteriormente mencionadas, es posible disponer un lugar sagrado, definido y permanente, para la acumulación y conservación comunitaria de las cenizas de los bautizados difuntos, indicando para cada uno los datos personales para no dispersar la memoria nominal.
    B) Además, para que se excluya cualquier tipo de malentendido panteísta, naturalista o nihilista y que las cenizas del difunto se conserven en un lugar sagrado, la autoridad eclesiástica, respetando las normativas civiles, podrá considerar y valorar la petición de una familia de conservar debidamente una mínima parte de las cenizas de su pariente en un lugar significativo para la historia del difunto.
    
Víctor Manuel Card. Fernández
Prefecto
    
Ex Audiéntia Die 9.12.2023
    
FRANCISCO
Ambos creen que «la recolección mixta y la preservación de las cenizas de los bautizados» pueden organizarse en lo que ellos llaman «lugares sagrados».
    
Las autoridades eclesiásticas también «pueden considerar la solicitud de los miembros de la familia de mantener parte de las cenizas de una persona fallecida en un lugar que sea significativo para la historia de la persona fallecida», es decir, esparcirlas en un lago o en algún lugar en un bosque o montaña, etc. En cuanto a esto último, el Vaticano indicó en rueda de prensa que Zuppi se hizo portavoz de un grupo de obispones de distintos países que habían planteado el tema, considerando que en algunos países está prohibido separar las cenizas de los cremados.

Debe asegurarse de que «se excluya cualquier tipo de malentendido panteísta, naturalista o nihilista», advierte Tucho, sin decir cómo se podría hacer esto.

EL ARZOBISPÓN QUE SE REFUGIA CON LOS HEREDEROS DEL COMUNISMO (Y QUE OPERA COMO EMPRESARIO DE CONCIERTOS)


El arzobispón Erio Castellucci de Módena, de 63 años, se convirtió en colaborador de L’Unità. El diario fue fundado por Antonio Gramsci en 1924 como el periódico oficial del Partido Comunista Italiano y después apoyó a su sucesor, el Partido Democrático.
   
En su columna (en realidad una nota de prensa de la archidiócesis de Módena, publicada en el rotativo con el falaz título «Quieren impedir a la Iglesia salvar a los náufragos»), Castellucci escribió una justificación para su papel en el escándalo Casarini. Un grupo de obispones italianos que disfrutan del “momento Francisco”, fue atrapado dándole dinero (procedente de los fieles) al activista de izquierda Cesare Casarini para el tráfico ilegal de migrantes hacia Italia.
   
Castellucci dio su aprobación para que la cantante estadounidense Patricia Lee “Patti” Smith Williams “la sacerdotisa del rock” y “la madrina del punk”, se presentase en la catedral de la Asunción de Módena el 9 de Diciembre (también se presentó el 2 en la iglesia de Santa María de Donnaregina la Antigua de Nápoles, y el 11 en la catedral de Siena, con aprobación de Domenico “Mimmo” Battaglia y Augusto Paolo Lojudice respectivamente). Smith, que fue criada como testejehovista y se presentó en el Vaticano en 2014 y 2021, interpreta canciones como “Because the night” (coescrita con Bruce Springsteen y que habla de un amor totalmente lujurioso) y “Gloria” (escrita en 1975 y que empieza así: «Jesús murió por los pecados de alguien, / pero no por los míos»). Todo bajo el ropaje de la “caridad”.
   

PRESBÍTERO CONVICTO DE ROBO, ASESINADO MIENTRAS LO ROBABAN

Noticia tomada de GLORIA NEWS.
   

Kierre L. Williams, un afroestadounidense de 43 años oriundo de Ciudad Sioux (Iowa), fue arrestado luego del asesinato del presbítero Stephen Joseph Gutgsell, de 65 años, el 10 de Diciembre.

Stephen, nacido el 20 Marzo de 1958 e hijo de Francis Lee Gutgsell Vogt y Josephine Esther Brose Hennessey (ambos fallecidos), fue “instalado” presbítero en 1984 y había sido adninistrador parroquial de la iglesia San Juan Bautista en Fort Calhoun (Nebraska) durante 11 años. Kierre Williams irrumpió en la rectoría parroquial y fue detenido en la escena del crimen.
  
El presbítero fue apuñalado hacia las 5:05h, y murió tiempo después en el hospital. El servicio dominical fue cancelado.
    
Stephen se declaró culpable en 2007 por robar $125.000 de la parroquia de San Patricio. Fue condenado a cinco años de probatoria y restituir el dinero robado, se arrepintió y después fue reintegrado.
   
Curiosamente, el hermano de él, Michael F. Gutgsell, de 74 años y excanciller archidiocesano de Omaha, fue arrestado en 2021 por robar $179.042 de las cuentas bancarias del presbítero retirado (y póstumamente acusado de abuso sexual) Theodore Louis Richling Jr. († 2019) cuyo administrador era, y en 2022 fue acusado de robar mediante cheque alrededor de $96.400 dólares de la parroquia de San José de Springfield (Nebraska). Por el primer caso, Michael se declaró culpable en Junio de 2023, recibiendo dos años de probatoria, mientras que el segundo fue cerrado por restituir el dinero robado.